A história do Banco se confunde com a história da transformação do Nordeste.
Nesse período, os esforços do Banco concentram-se no fortalecimento de sua estrutura de recursos, em especial na reconquista de fontes estáveis, de modo a assegurar o pleno cumprimento de sua função desenvolvimentista. O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) foi a grande conquista desse período.
1984
É inaugurado o Centro Administrativo Presidente Getúlio Vargas, no Passaré, em Fortaleza, que reuniu órgãos da administração do Banco antes dispersos em vários prédios e possibilitou ambiente adequado à realização de reuniões, seminários, cursos e outros eventos, promovidos pelo Banco ou por outras instituições.
1987
O aumento do capital social do Banco, mediante subscrição de 112 milhões de ações, atesta a credibilidade do Banco do Nordeste no mercado. Foi a maior operação de "underwriting" em todo o País, naquele ano.
1988
A Constituição Federal incorpora diversos dispositivos tendentes à redução das desigualdades regionais, daí resultando a criação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), administrado pelo Banco do Nordeste. Destinado ao financiamento do setor produtivo regional, com ênfase na região semi-árida, o FNE apóia empreendimentos de elevado mérito econômico e social, representando novo e eficaz instrumento de desenvolvimento regional.
O Banco adota postura mais agressiva no mercado: lança caderneta de poupança e conta remunerada, instala mesa própria de "open" e recebe autorização para emitir CDB (Certificado de Depósito Bancário).