Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas

Conte com a nossa parceria para empreender e fazer grandes negócios

Ser parceiro das micro e pequenas empresas é mais do que oferecer oportunidade para desenvolver o setor. Por isso, o Banco do Nordeste também disponibiliza conhecimento em forma de cartilhas, relatórios e guias que potencializam a especialização do seu negócio e o aprimoramento contínuo da sua atividade produtiva. Conte com a nossa parceria para ir cada vez mais longe.

Guia de Gerenciamento Financeiro para Micro e Pequenas Empresas

O Guia de Gestão Financeira para Micro e Pequenas Empresas se propõe a contribuir para a boa gestão das micro e pequenas empresas. Seus conteúdos incluem conceitos, estratégias e ferramentas práticas de gestão financeira dos pequenos empreendimentos, destacando-se os exemplos práticos que podem ser aplicados em diversos segmentos de negócios. Ele tem como objetivo principal tratar, de forma didática, as ações que o empreendedor precisa adotar para ter uma boa gestão financeira de seu negócio, utilizando exemplos reais, exemplos de softwares e planilhas especializadas no tema em questão.

Os principais temas abordados são Fluxo de Caixa, Capital de Giro, Controle de Estoque, Análise das Receitas e Despesas, Metas de Vendas, Indicadores Financeiros dentre outros. Ressalta-se que é fundamental a leitura de materiais complementares relacionados ao tema em estudo para aprofundá-lo. Com a leitura atenta do Guia, a sua micro e pequena empresa só tem a ganhar. Nossas políticas estão focadas em soluções financeiras diferenciadas para as MPEs e apoio à inovação, à produtividade e à competitividade dos negócios. Queremos ser o maior parceiro da MPE em nossa área de atuação e fazer o FNE cada vez melhor, com enfoque na gestão para resultados.

Clique aqui e baixe o Guia de Gerenciamento Financeiro para Micro e Pequenas Empresas.

 

Dicas Sebrae

O Banco do Nordeste e o Sebrae possuem um acordo de cooperação técnica que visa ao compartilhamento de informações, apoio à inovação, fortalecimento da capacidade empresarial e da competitividade, especialmente para as micro e pequenas empresas (MPE), por meio de instrumentos de capacitação técnica e gerencial e de ações direcionadas à facilitação e ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros, além de outras atividades correlatas.

Com uma parceria dessas, a sua micro e pequena empresa só tem a ganhar. Conheça alguns produtos e Serviços do Sebrae.

Relatório MPE

O Relatório MPE apresenta especificamente os resultados da atuação do Banco do Nordeste junto às micro e pequenas empresas na forma de números que consolidaram as contratações do banco, além de destacar as principais ações colocadas em prática para o aprimoramento do atendimento às necessidades de crédito do segmento.

O referido documento destaca o apoio à inovação e às fontes alternativas de energia como vetores da competitividade; o estímulo do suporte do crédito às franquias; as parcerias estratégicas; e a importância do atendimento especializado.

É possível verificar avanços alcançados pelo Banco do Nordeste, relacionados às políticas de atendimento ao segmento, aprimoramento dos serviços bancários, melhoria contínua dos processos e modernização dos canais de atendimento. É apresentada, também, a edição do Prêmio BNB MPE, que reconhece o talento do empreendedor da região no segmento de MPE, além de apresentar a importância da nossa parceria.

No relatório, são adotadas as premissas de apoio do crédito, via programas adequados ao segmento, além da promoção do desenvolvimento sustentável, a ampliação e o fortalecimento de parcerias estratégicas, o apoio à inovação e o estímulo à capacitação.

Consulte abaixo os relatórios

10 Passos para a boa gestão empresarial de micro e pequenas empresas

Em sua segunda edição, a cartilha “10 Passos para a boa gestão empresarial de micro e pequenas empresas”, revisada e atualizada, se propõe a contribuir para a boa gestão das micro e pequenas empresas. Seus conteúdos incluem conceitos, estratégias e ferramentas práticas de gestão, destacando-se o Plano de Negócios.
Em especial, o capítulo “Cenários de negócios” é dedicado a analisar o cenário da pandemia da Covid-19, no qual as empresas vêm sofrendo fortes impactos que refletem os efeitos e convida a refletir, aprender e praticar as lições que as contingências podem nos ensinar.
 
A cartilha se encerra apresentando as formas de acesso ao crédito do Banco do Nordeste. Ressalta as linhas de crédito e as condições especiais do BNB, lembrando da importância do crédito para a sobrevivência, o fortalecimento e o crescimento da empresa; do suprimento das necessidades de caixa para a sustentação da cadeia de valor do negócio e a manutenção da liquidez da empresa.
 
Veja, abaixo, os temas abordados:

Fórum Permanente

O Banco do Nordeste é membro do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que tem o objetivo de orientar e assessorar na formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento das MPEs.

Composto por órgãos governamentais, entidades de representação empresarial habilitadas e por várias instituições de apoio ao segmento, o Fórum é um importante espaço de debates e de conjugação de esforços entre o Governo e o setor privado para a consecução de medidas e políticas mais adequadas às microempresas e empresas de pequeno porte.

No Fórum, há o Programa de Aproximação Banco - Empresa, que discute políticas e ações que facilitam o acesso das microempresas e empresas de pequeno porte aos bancos públicos oficiais.

 

Artigos

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A inovação e as ações práticas diante da crise

                                                                                                                   *Demóstenes Moreira de Farias
 
Esse texto busca despertar o empresário para a premente necessidade de inovar e sugerir atitudes e ações práticas que criem valor significativo e contribuam para os resultados dos negócios, especialmente em momentos de crise, em que a inovação pode contribuir fortalecer a empresa e para criar diferenciais valiosos. 
Fazem diferença as empresas que ousam explorar a criatividade e o empreendedor brasileiro vem despontando como referência de inovação, seja por necessidade ou por oportunidade. 
A introdução da inovação nas empresas pode se dar por uma questão de sobrevivência (inovação emergencial) ou porque a companhia precisa reagir a uma ameaça do mercado. 
A competição tem assumido, gradativamente, padrões mais elevados, o que a torna cada vez mais acirrada, devido ao foco na superação de fatores tais como custo, qualidade, velocidade e customização. Para elevar o nível de diferenciação e de competição, é necessário buscar novos patamares de produtividade por via da inovação.
A inovação por oportunidade se dá quando a empresa capta as dores dos consumidores e clientes, percebe uma carência de mercado ou necessidade não atendida e assim, desenvolve um novo produto/serviço (inovação radical), criando novas vantagens competitivas e ampliando mercados.
Uma dos mitos vigentes é a de que a inovação seria necessariamente dispendiosa para a empresa. Isso não é, totalmente verdadeiro: se a empresa seguir adequadamente técnicas tais como a prototipação, testes e validação, os custos podem ser controlados.
Especialmente no momento atual, é prudente e eficaz que as empresas iniciem a construção da cultura inovadora por via das inovações incrementais e de implementação mais simples e com ações de melhoria de processos, produtos ou serviços a curto ou médio prazos, redução de custo e aumento de produtividade que possam contribuir de forma expressiva para o retorno financeiro, o que pode trazer um efeito demonstração poderoso.
Há várias oportunidades de inovar, seja por via da melhoria contínua dos produtos e serviços, na logística, na forma de entregar e de se conectar com o cliente, na diversificação dos canais, com destaque para a loja digital (e-commerce) e fazendo a entrega em domicílio (delivery). Além disso, a inovação não tem que ser originada, necessariamente, na própria empresa. A inovação aberta indica a possibilidade da co-criação com clientes e parceiros, da permanente repactuação com os parceiros – os fornecedores em especial – ou na criação de parcerias inusitadas. 
Um bom começo para praticar a inovação é construir o conceito de inovação da própria empresa, quebrar paradigmas, propor a mudança do mindset que ressalte a importância do tema e desenvolver a cultura inovadora, buscar práticas como as descritas a seguir e estabelecer suas metas e indicadores.
 
Para a implementação da inovação, sugerem-se as seguintes práticas etapas, inspiradas em consultores como Marcelo Nakagawa:
Promover encontro de trabalho com a Direção da empresa para a definição da visão e dos conceitos de inovação no âmbito da empresa; 
Sensibilizar e mobilizar as equipes da empresa para o tema inovação e o alinhamento dos conceitos; 
Aplicar e analisar pesquisa interna para diagnosticar o estado da inovação na empresa; 
Aplicar técnicas como o design thinking para a construção das propostas inovadoras para promover melhorias substanciais dos produtos ou serviços; estabelecimento de parceria que agreguem valor; novos canais e novas formas de entregar; e criação de produtos/serviços ou linhas de produtos/serviços para os quais haja demanda ou carência/lacuna no mercado; 
A partir das ideias colhidas, aplicar testes e validação; e desenhar ações estratégicas de implementação; 
Implementar a inovação proposta; 
Aplicar métricas para mensurar as evoluções trazidas pela inovação aos resultados da empresa, tanto quantitativos quanto qualitativos; 
Aplicar os ajustes e a correção de rumos cabíveis, à luz dos resultados apresentados na avaliação.
Podem ser agregadas outras ações correlatas, desde que apontem para novas soluções que capturem valor para o cliente final e obtenham valor financeiro para a empresa. 
Não será demais ressaltar que os conceitos de inovação precisam ser reconhecidos e valorizados dentro da empresa. É fundamental que seja definida a figura de um animador (sponsor) que defenda a ideia e anime todo o processo, promova o convencimento de todos os envolvidos e garanta a sua resiliência e longevidade da inovação. Por fim, a inovação precisa ser gerida na linha do tempo, com atenção ao aporte e a gestão de recursos, à propriedade intelectual e a adequada capacitação de pessoas.
 
*Professor de Vendas, Marketing Estratégico e Estratégia Empresarial. Mestre em Avaliação de Políticas Públicas, MBA em Marketing. Graduado em Administração.