Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas

Conte com a nossa parceria para empreender e fazer grandes negócios

Ser parceiro das micro e pequenas empresas é mais do que oferecer oportunidade para desenvolver o setor. Por isso, o Banco do Nordeste também disponibiliza conhecimento em forma de cartilhas, relatórios e guias que potencializam a especialização do seu negócio e o aprimoramento contínuo da sua atividade produtiva. Conte com a nossa parceria para ir cada vez mais longe.

10 Passos para a boa gestão empresarial de micro e pequenas empresas

Em sua segunda edição, a cartilha “10 Passos para a boa gestão empresarial de micro e pequenas empresas”, revisada e atualizada, se propõe a contribuir para a boa gestão das micro e pequenas empresas. Seus conteúdos incluem conceitos, estratégias e ferramentas práticas de gestão, destacando-se o Plano de Negócios.
Em especial, o capítulo “Cenários de negócios” é dedicado a analisar o cenário da pandemia da Covid-19, no qual as empresas vêm sofrendo fortes impactos que refletem os efeitos e convida a refletir, aprender e praticar as lições que as contingências podem nos ensinar.
 
A cartilha se encerra apresentando as formas de acesso ao crédito do Banco do Nordeste. Ressalta as linhas de crédito e as condições especiais do BNB, lembrando da importância do crédito para a sobrevivência, o fortalecimento e o crescimento da empresa; do suprimento das necessidades de caixa para a sustentação da cadeia de valor do negócio e a manutenção da liquidez da empresa.
 
Veja, abaixo, os temas abordados:

Apresentação Institucional MPE

Veja todas as informções relevantes da Atuação do Banco do Nordeste no Segmento MPE divulgadas na Apresdentação Institucional MPE.

Dicas Sebrae

O Banco do Nordeste e o Sebrae possuem um acordo de cooperação técnica que visa ao compartilhamento de informações, apoio à inovação, fortalecimento da capacidade empresarial e da competitividade, especialmente para as micro e pequenas empresas (MPE), por meio de instrumentos de capacitação técnica e gerencial e de ações direcionadas à facilitação e ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros, além de outras atividades correlatas.

Com uma parceria dessas, a sua micro e pequena empresa só tem a ganhar. Conheça alguns produtos e Serviços do Sebrae.

Fórum Permanente

O Banco do Nordeste é membro do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que tem o objetivo de orientar e assessorar na formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento das MPEs.

Composto por órgãos governamentais, entidades de representação empresarial habilitadas e por várias instituições de apoio ao segmento, o Fórum é um importante espaço de debates e de conjugação de esforços entre o Governo e o setor privado para a consecução de medidas e políticas mais adequadas às microempresas e empresas de pequeno porte.

No Fórum, há o Programa de Aproximação Banco - Empresa, que discute políticas e ações que facilitam o acesso das microempresas e empresas de pequeno porte aos bancos públicos oficiais.

Relatório MPE

O Relatório MPE apresenta especificamente os resultados da atuação do Banco do Nordeste junto às micro e pequenas empresas na forma de números que consolidaram as contratações do banco, além de destacar as principais ações colocadas em prática para o aprimoramento do atendimento às necessidades de crédito do segmento.

O referido documento destaca o apoio à inovação e às fontes alternativas de energia como vetores da competitividade; o estímulo do suporte do crédito às franquias; as parcerias estratégicas; e a importância do atendimento especializado.

É possível verificar avanços alcançados pelo Banco do Nordeste, relacionados às políticas de atendimento ao segmento, aprimoramento dos serviços bancários, melhoria contínua dos processos e modernização dos canais de atendimento. É apresentada, também, a edição do Prêmio BNB MPE, que reconhece o talento do empreendedor da região no segmento de MPE, além de apresentar a importância da nossa parceria.

No relatório, são adotadas as premissas de apoio do crédito, via programas adequados ao segmento, além da promoção do desenvolvimento sustentável, a ampliação e o fortalecimento de parcerias estratégicas, o apoio à inovação e o estímulo à capacitação.

Consulte abaixo os relatórios

 

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O vendedor e o cliente

                                                                                                                                              Demóstenes Moreira de Farias *
Para contribuir com a preparação de sua equipe de vendas, este artigo começa pelas características desejáveis ao bom vendedor.  No passado, era considerado bom negociador aquele que falava muito e que não deixava espaço para o interlocutor falar. Nos dias de hoje, o bom vendedor é o que sabe escutar e interpretar adequadamente as demandas do cliente; acredita no seu potencial e é entusiasmado; é ético, honesto, empático e naturalmente simpático; é proativo e tem uma grande disposição para ajudar. Sua atitude conquista a confiança e credibilidade e ainda ganha boas indicações para outros potenciais clientes.


Mas, em primeiro lugar, o vendedor precisa querer vender! É preciso aprender a gostar do que faz. E fica mais fácil de ser um entusiasta quando você conhece bem o que está vendendo e que acredita na sua própria empresa e no produto. A partir daí, será natural vender uma boa imagem do produto e da empresa. Se, por outro lado, você próprio não estiver autenticamente convencido, entusiasmado e automotivado com a qualidade do produto e com a nobreza do propósito e da missão da empresa, será difícil convencer outra pessoa quanto a isso.

E não basta transmitir entusiasmo, é preciso desenvolver a comunicação: falar e escrever corretamente e com clareza, expor as ideias e saber as respostas para o que o cliente perguntar. Saber fazer cálculos matemáticos básicos também é uma habilidade importante e evita situações vexatórias. Ter presença de espírito e ser criativo na apresentação de alternativas diante de eventuais impasses da negociação também contribui para conquistar a confiança.

É necessário fazer um exercício de empatia, de se colocar no lugar do cliente, ou seja, conhecer e entender o ponto de vista dele, e compreender suas “dores”. O cliente busca soluções para suas necessidades e desejos; e compra pelas suas próprias razões e não pelas vontades do vendedor. Então, a melhor estratégia de vendas é que apresenta soluções voltadas para o que o cliente necessita e procurar suprir essas necessidades. Quando você ofertar um produto ou serviço, ele vai se perguntar a si mesmo ou perguntar a você: “o que você está oferecendo contribui positivamente para mim ou para a minha empresa ?”, ou “esse serviço vai resolver o meu problema ?”, ou, ainda, “as suas condições são vantajosas em relação ao que o mercado oferece?”, “será que vão me entregar o que prometeram ?” “já foi testado antes ?”

Por isso, é necessário que você se empenhe, previamente, em conhecer bem as características e condições dos produtos ou serviços que você vai ofertar, especialmente os benefícios e os diferenciais em relação aos concorrentes. É fundamental planejar, previamente, os argumentos de venda que você vai utilizar.

O consumidor de hoje é empoderado porque tem a informação na ponta dos dedos e sabe que tem alternativas de compra. Ele está tão bem informado que às vezes sabe mais do que o vendedor. Isso exige atualização de conhecimentos, preparação, postura e abordagem. O cliente quer atenção, qualidade, atendimento rápido, preço justo, conveniência, mobilidade, valor agregado, experiência e significado. O cliente espera que se tome uma ação imediata diante de uma situação indesejada; não quer apatia ou uma atitude que revele pouco caso por parte do funcionário. É necessário atender com seriedade, mas sem frieza tal que possa parecer desinteresse ou indiferença. Para atendê-lo, o vendedor precisa fazer entrega de valor. Vale lembrar que valor reflete significado, e aquilo que não tem significado para o cliente não tem valor.

Vale a pena manter o cliente satisfeito. Quando ele fica satisfeito, compra novamente e conta a outros sobre as suas experiências positivas. Já o cliente insatisfeito, muda para a concorrência e se refere ao produto abandonado de forma depreciativa para várias outras pessoas; e, com as redes sociais, essa propaganda negativa passou a ter um efeito exponencial.
 
Por fim, vale registrar que às vezes, é necessário dizer “não”, mas se for dado com diplomacia, o “não” pode ter o sabor de um “sim” e abrir outras possibilidades de negócios.

Bem, esse assunto não se esgota aqui, muito pelo contrário, vamos dar continuidade a este tema em outros artigos. Você está convidado a ler as próximas publicações.

(*) Professor de Vendas, Marketing Estratégico e Estratégia Empresarial em Cursos de MBA e na UC do Banco do Nordeste. Mestre em Avaliação de Políticas Públicas, MBA em Marketing, Graduado em Administração, Gerente de Negócios do Ambiente de MPE do Banco do Nordeste.