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Banco do Nordeste valida Plano de Ação da bovinocultura de leite

Natal, 21 de setembro de 2016 – A Superintendência Estadual do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte apresenta para validação amanhã, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Caicó, o Plano de Ação Territorial da Atividade Econômica Bovinocultura de Leite. A proposta foi construída ao longo dos últimos meses numa parceria que envolveu sindicatos e associações rurais, agentes econômicos, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RN), a Emater-RN e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, entre outras instituições e órgãos públicos.

O Plano, a ser executado pelo Comitê Gestor Territorial, formado por produtores e entidades dos 13 municípios seridoenses envolvidos, é uma das etapas da nova Política de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste e envolve atividades de capacitação, pesquisa de campo, assistência técnica, estratégias de mercado e segurança alimentar animal. O objetivo é corrigir a baixa competitividade da cadeia produtiva, detectada no trabalho, com o aumento do conhecimento técnico, gerencial e tecnológico dos bovinocultores da região.

O projeto piloto deve viabilizar a produção, licenciamento, inspeção e conservação de alimentos em 65 estabelecimentos - fazendas e queijeiras - da cadeia produtiva da bovinocultura de leite, no prazo de três anos.  Eles receberão assistência técnica dos parceiros do Banco do Nordeste na iniciativa, entre eles Emater, Sebrae e Senar, para a produção intensiva de pastagem e na conservação de forragem, nos métodos de silagem e fenação.  

"O Banco vai fazer uma pesquisa de campo para obter uma fotografia desses 65 projetos, saber sua situação atual. Haverá um acompanhamento e, daqui a três anos, faremos um novo diagnóstico para descobrir no que os produtores conseguiram evoluir com a execução das diversas ações propostas no plano", explica o gerente de Desenvolvimento Territorial da Superintendência do RN, Agnelo Peixoto Neto.

Espera-se que, ao final do processo, os produtores tenham mitigado os efeitos da baixa competitividade da cadeia produtiva. Para que isso ocorra, vale destacar ainda a disponibilidade do trabalho de pesquisa e difusão do Escritório Técnico de Estudos Econômicos e Pesquisas do Nordeste, Etene, vinculado ao Banco do Nordeste, e o apoio creditício aos produtores incluídos no projeto.


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