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Mês do teatro e do circo tem programação especial no Centro Cultural Banco do Nordeste

Fortaleza, 1º de março de 2015 – Em comemoração ao mês do teatro e do circo, o Centro Cultural Banco do Nordeste (Rua Conde d’Eu, 560 - Centro) promove intensa programação de artes cênicas em março. As entradas são gratuitas.

O primeiro espetáculo (No Largo do Pixinga) será encenado já nesta quinta-feira, 3 de março, pelo grupo cearense Beco dos Contadores. Trata-se de um concerto cênico musical que narra os principais fatos da vida pessoal e artística do instrumentista e compositor Pixinguinha, por meio do teatro, da música e do sapateado. Um misto de drama, comédia, meta-teatro e diversão numa história só. A peça tem duração de 70 minutos e é livre para todos os públicos. Haverá reapresentação nos dias 4 e 11 de março.

Confira a programação completa do especial Mês do Teatro e do Circo, no Centro Cultural Banco do Nordeste.

No Largo do Pixinga
Beco dos Contadores (Fortaleza, CE)
Dias 03, qui, 19h, 04, sex, 12h, e 11, sex, 19h 
Concerto cênico musical que por meio do teatro, da música e do sapateado narra os principais fatos da vida pessoal e artística do instrumentista e compositor Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido nacionalmente como Pixinguinha. “No Largo do Pixinga” é um misto de drama e comédia numa história só. Classificação: livre. 60min.

O Casamento de Tabarim
Dona Zefinha (Itapipoca-CE)
Dias 04, sex, e 05, sáb, 19h 
Tabarim deseja encontrar uma noiva para se casar. Vive inventando trapaças para ganhar dinheiro do modo mais fácil. Górgibus, o velho avarento, é seduzido pelas facetas do malandro e troca sua valiosa aliança por um saco de feijões mágicos. A trapaça é descoberta e o velho, na ânsia de tornar-se rico vende a alma de sua filha Angélica para Méfisto, um diabo que vagueia pelo mundo em busca de novas almas. O destino cruel faz Tabarim se apaixonar por Angélica e para escapar das garras do velho e conseguir a mão da moça em casamento,
aceita enfrentar Méfisto. Classificação: livre. 60min

Memórias de Quintal
Bololô Cia. Cênica (Natal-RN)
Dias 10, qui, e 12, sáb, 19h 
Imagine uma mochila velha, coberta pelo pó e com cheiro de guardado. No conteúdo existe uma lanterna, um caleidoscópio e um mapa feito à mão, com destino há muito esquecido. Sob os traços e trilhas, a história de três crianças e uma fuga. Agora, três adultos e um encontro no espaço do teatro. “Não foi fácil. Não está sendo. A verdade é que não é tão bonito assim. Lembrar, dói! Viver, dói”. Talvez lançar o olhar para essas memórias de quintal seja como um respiro, uma quebra na lógica decidida e implacável do tempo. De certo, por isso, os três adultos acharam de querer fazer teatro a partir das crianças que foram. Querendo, talvez, confundir o senhor dos destinos e ter mais uma chance. Classificação: 14 anos. 70min.

Vulcão
Caixa Cênica (Aracaju-SE)
Dias 17, qui, e 19, sáb, 19h 
Os 20 cantos que compõem a cerimônia teatral "Vulcão" podem ser apreciados como fotogramas descontínuos, como flashs autônomos de um diário sobre o subterrâneo da alma humana no purgatório do teatro. Possibilita aos espectadores a vivência de uma espécie de teatro primordial - um meio de expansão do imaginário através do corpo, do som, da palavra, da respiração, do silêncio e da música. A voz, o som da voz no ar, ressoando no espaço da intimidade. Classificação: 14 anos. 45min.

Baldio
Pavilhão da Magnólia (Fortaleza, CE)
Dias 30, qua, e 31, qui, 19h 
Cinco atores. Cinco quadros cênicos abordando histórias reais do próprio grupo. Um atravessamento de temas, como a morte, o estar-no-mundo, a possibilidade do encontro, que se costuram por meio dos relatos, em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão, precisamente, do vira-lata, em sua dimensão de abandono, constituiu a dobra a partir da qual memória e representação questionaram seus limites e desenharam a moldura de “baldio”. O texto foi originado durante o próprio processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (Prêmio Funarte de literatura 2014). A direção se dá em parceria com Héctor Briones coordenador do grupo de pesquisa Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA-UFC. Classificação: 18 anos. 70min.


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