Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas

Conte com a nossa parceria para empreender e fazer grandes negócios

Ser parceiro das micro e pequenas empresas é mais do que oferecer oportunidade para desenvolver o setor. Por isso, o Banco do Nordeste também disponibiliza conhecimento em forma de cartilhas, relatórios e guias que potencializam a especialização do seu negócio e o aprimoramento contínuo da sua atividade produtiva. Conte com a nossa parceria para ir cada vez mais longe.

Dicas Sebrae

O Banco do Nordeste e o Sebrae possuem um acordo de cooperação técnica que visa ao compartilhamento de informações, apoio à inovação, fortalecimento da capacidade empresarial e da competitividade, especialmente para as micro e pequenas empresas (MPE), por meio de instrumentos de capacitação técnica e gerencial e de ações direcionadas à facilitação e ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros, além de outras atividades correlatas.

Com uma parceria dessas, a sua micro e pequena empresa só tem a ganhar. Conheça alguns produtos e Serviços do Sebrae.

Fórum Permanente

O Banco do Nordeste é membro do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que tem o objetivo de orientar e assessorar na formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento das MPEs.

Composto por órgãos governamentais, entidades de representação empresarial habilitadas e por várias instituições de apoio ao segmento, o Fórum é um importante espaço de debates e de conjugação de esforços entre o Governo e o setor privado para a consecução de medidas e políticas mais adequadas às microempresas e empresas de pequeno porte.

No Fórum, há o Programa de Aproximação Banco - Empresa, que discute políticas e ações que facilitam o acesso das microempresas e empresas de pequeno porte aos bancos públicos oficiais.

Passo a passo para a gestão da MPE

Conhecimento e planejamento: dois pilares importantes para o desenvolvimento da sua empresa. Pensando nisso, o Banco do Nordeste apresenta, em forma de passo a passo, conceitos e ferramentas de apoio para projetar, organizar e implementar ações, permitindo um melhor controle e desenvolvimento de sua empresa.

O passo a passo ainda conta com aplicações práticas para que você construa o seu próprio plano de negócios. Dessa forma, ao final dos estudos, você terá uma visão completa que permitirá a adoção de ações voltadas para o sucesso da sua empresa.

Relatório MPE

O Relatório MPE apresenta especificamente os resultados da atuação do Banco do Nordeste junto às micro e pequenas empresas na forma de números que consolidaram as contratações do banco, além de destacar as principais ações colocadas em prática para o aprimoramento do atendimento às necessidades de crédito do segmento.

O referido documento destaca o apoio à inovação e às fontes alternativas de energia como vetores da competitividade; o estímulo do suporte do crédito às franquias; as parcerias estratégicas; e a importância do atendimento especializado.

É possível verificar avanços alcançados pelo Banco do Nordeste, relacionados às políticas de atendimento ao segmento, aprimoramento dos serviços bancários, melhoria contínua dos processos e modernização dos canais de atendimento. É apresentada, também, a edição do Prêmio BNB MPE, que reconhece o talento do empreendedor da região no segmento de MPE, além de apresentar a importância da nossa parceria.

No relatório, são adotadas as premissas de apoio do crédito, via programas adequados ao segmento, além da promoção do desenvolvimento sustentável, a ampliação e o fortalecimento de parcerias estratégicas, o apoio à inovação e o estímulo à capacitação.

Consulte abaixo os relatórios

 

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Produtos e geração de caixa

Neste artigo, vamos provocar uma reflexão, sob a ótica mercadológica, acerca da linha de produtos ou serviços mantidos na empresa. Há produtos que temos quase que “venerar” porque são os que dão sustentação à empresa. Mas há outros que transmitem a sensação de que “não compensam”, pois não “rendem nada” e só dão “dor de cabeça”. Você sabe quais são os produtos que têm maior participação na geração de caixa de sua empresa ? Você identifica claramente que produtos não deve manter na prateleira ? Que decisões a empresa deve tomar para cada produto ?

As empresas, sejam grandes ou pequenas, devem ter uma visão clara quanto aos seus produtos ou serviços.

A análise do portfolio contribui para o equilíbrio do fluxo de caixa e a distribuição adequada do esforço dedicado a cada produto de forma a obter os melhores resultados para a empresa, além de facilitar a fixação de objetivos de lucratividade e a definição do market share. Os produtos se classificam em quatro tipos: interrogação, estrela, vaca leiteira e abacaxi, segundo a Matriz de BCG – técnica cujo grau de aplicabilidade a mantém convivendo com novas metodologias. Convém que a empresa mantenha muitas vacas leiteiras, diversas estrelas, alguns pontos de interrogação e poucos ou nenhum abacaxi.

É preciso considerar, ainda, que um produto ou serviço tem um ciclo de vida. Um produto que obtém sucesso geralmente percorre quatro fases ao longo de sua vida ativa no mercado: introdução, crescimento, maturidade e declínio. Um produto resistirá “vivo” no mercado enquanto estiver atendendo às necessidades dos consumidores. Se um produto deixar de ser atraente ou cobiçado pelos compradores, deixará de ser comprado e produzido, encerrando, portanto, o seu ciclo de vida. Nas décadas recentes, diversos produtos ligados à música desapareceram, como os discos de vinil, as fitas cassetes, os CDs e o MP3. Impôs-se o novo modelo de distribuição de música via streaming, a exemplo do Spotfy, Deezer, Rdio, You Tube Music, Superplayer e outros.

É fundamental perceber, estudar e conhecer o ciclo de vida do produto, pois a cada fase, a empresa deverá ajustar a estratégia e o volume de recursos investido em cada produto. Um produto em declínio precisa ser reinventado. E se a empresa agir por antecipação, evitará maiores perdas. Caso contrário, pode ser necessário descontinuá-lo. Um exemplo clássico de produto que foi reinventado são as sandálias Havaianas, que saíram do mero posicionamento das “que não têm cheiro, não soltam as tiras e não deformam” para se reposicionar nos pés das celebridades nacionais e internacionais.

O produto “interrogação” se refere ao lançamento de novos produtos como uma aposta da renovação da empresa no mercado, cuja aceitação deve ficar sob vigilante observação. Pode dar muito certo ou ser um fracasso retumbante, pois parte de uma pequena participação em um mercado que apresenta alta taxa de crescimento. Um caso exemplar de aposta é a Coca-cola versão “Expresso”, que reúne o refrigerante com o café. Ora, o Brasil é campeão mundial de consumo de café e o terceiro maior consumidor mundial de bebidas carbonadas. É juntar a sede com a vontade de beber. É a tentativa, portanto, da marca de se segmentar e atender a gostos específicos dos brasileiros.

O produto “estrela” tem grande participação no mercado, o qual apresenta altas taxas de crescimento, mas necessita de investimentos constantes para fazer face à concorrência acirrada. Um exemplo clássico são os celulares, sobre os quais o mercado mantém o interesse contínuo e cujo consumo é crescente: há mais celulares vendidos no Brasil do que o número de habitantes. Por princípio, a atitude mais adequada é manter esse produto no portfólio.

Os produtos do tipo “vacas leiteiras” garantem alta geração de caixa para a empresa e podem proporcionar suporte financeiro a outros produtos; apresentam comportamento estável e grande participação em um mercado que cresce lentamente; assim, exigem menor esforço para as vendas, e, como consequência, tende a obter melhor retorno. A atitude acertada quanto a esse tipo de produto é colher os ganhos que ele proporciona.

Já os produtos do tipo “abacaxi” são produtos que têm pequena participação no mercado em setores de crescimento lento. Estes devem ficar em observação: se não deslancharem, devem ser desinvestidos. As editoras de revistas experimentaram, nos anos recentes, um ajuste de portfólio que as obrigou a encerrar vários títulos, mesmo porque as publicações em papel estão sofrendo o impacto dos novos tempos. Outro exemplo de desinvestimento foi dado pela Hypermarcas, que reverteu, em 2011, um prejuízo líquido de R$ 190,5 milhões vendendo várias de suas marcas como Etti, Salsaretti, Assolan e Mat Inset.

Para a micro e pequena empresa que necessita adquirir produtos, mercadorias, matérias-primas e insumos e reconstituir estoques; fazer manutenção de máquinas, veículos, aeronaves, embarcações ou equipamentos, o Banco do Nordeste disponibiliza o FNE Giro, com a menor taxa do mercado, os melhores prazos e condições, além de um exclusivo bônus de adimplência.