<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2099">
    <title>DSpace Collection: Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2099</link>
    <description>Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2452" />
        <rdf:li rdf:resource="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2448" />
        <rdf:li rdf:resource="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2446" />
        <rdf:li rdf:resource="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-07-15T16:42:20Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2452">
    <title>Ano 2, n. 77, jul. 2026 (Comex NE)</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2452</link>
    <description>Title: Ano 2, n. 77, jul. 2026 (Comex NE)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: A balança comercial de veículos no Nordeste registrou déficit de US$ 1.218,3 milhões, no primeiro semestre deste ano, devido à redução das vendas externas de automóveis de passageiros (-47,4%) e pelo aumento da concorrência de veículos importados que aumentaram 827,4%, especialmente os de origem asiática. Em julho/26, encerra-se as taxas reduzidas para o imposto de importação que veículos elétricos e híbridos desfrutam, passando a vigorar a alíquota máxima de 35%. Com a medida, espera-se que as importações de veículos decresçam e que a demanda seja redirecionada para produção e consumo do setor nacional/regional. Vale ressaltar que o Nordeste está se consolidando como um polo estratégico de montadoras chinesas, com a &#xD;
BYD na Bahia, a Leapmotor em Pernambuco e a MG Motor no Ceará.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2448">
    <title>Ano 2, n. 76, jun. 2026 (Cesta Básica)</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2448</link>
    <description>Title: Ano 2, n. 76, jun. 2026 (Cesta Básica)
Authors: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões
Abstract: O tomate subiu em quase todas as capitais. A cesta básica do Nordeste tende a ser &#xD;
mais concentrada em alimentos básicos, a região apresenta maior elasticidade a choques de &#xD;
oferta alimentar. Os choques de preços são mais intensos localmente, a estrutura de consumo é &#xD;
mais concentrada em alimentos essenciais, os custos logísticos e de distribuição são mais &#xD;
elevados. Isso explica não apenas o desempenho no mês, mas a liderança no acumulado do ano &#xD;
e em doze meses. A dominância de apenas quatro produtos, revela que estes têm alto peso na &#xD;
estrutura de consumo (apenas a carne e o tomate representam 48% do peso total), têm elevada &#xD;
volatilidade de preços (oferta/clima/ciclo), baixa substituição a curto prazo e amplificação &#xD;
logística e estrutural regional. O caso do tomate mostra que a inflação recente não é difusa, mas sim concentrada e dominada por choques específicos, altamente voláteis, com forte transmissão &#xD;
regional. A possibilidade de um forte El Niño deverá acrescentar aumentos na inflação de &#xD;
alimentos, com efeitos mais fortes no Norte e Nordeste. A inflação de alimentos deverá ficar &#xD;
entre 4,5% e 5,5%, mas a cesta básica é mais volátil e concentrada e deverá ficar entre 7,0% e &#xD;
10,0%, no Brasil, e entre 10,0%  e 15,0%, no Nordeste.</description>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2446">
    <title>Ano 2, n. 75, jun. 2026 (Comex Estados)</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2446</link>
    <description>Title: Ano 2, n. 75, jun. 2026 (Comex Estados)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: Piauí (+US$ 319,9 milhões), Rio Grande do Norte (+US$ 277,7 milhões), Maranhão (+US$ 68,8 milhões), Bahia (+US$ 29,4 milhões) e Sergipe (+US$ 1,6 milhão) registraram saldo positivo na balança comercial, no acumulado até maio de 2026. Os demais estados: Pernambuco (-US$ 2.068,1 milhões), Ceará (-US$ 257,0 milhões), Paraíba (-US$ 171,8 milhões) e Alagoas (-US$ 157,2 milhões) apresentaram déficits. O baixo desempenho do comércio exterior dos estados nordestinos está relacionado, principalmente, à queda das exportações dos produtos da Indústria de Transformação, como Açúcares e melaços, Alumina e Óleos combustíveis de petróleo.</description>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444">
    <title>Ano 2, n. 74, jun. 2026 (Inflação NE)</title>
    <link>s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444</link>
    <description>Title: Ano 2, n. 74, jun. 2026 (Inflação NE)
Authors: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões
Abstract: No Brasil, o IPCA está acima do teto da meta e 85% do índice é dominado por alimentos, energia, transportes e serviços essenciais. Muitos desses itens respondem pouco à Selic no curto prazo. No entanto, a política monetária atua de forma indireta: reduz consumo (especialmente bens duráveis e serviços), desacelera núcleo inflacionário, ancora projeções, evita repasses de choques temporários. Além disso, juros mais altos leva a apreciação cambial e menor inflação importada. Espera-se um alívio relevante no grupo alimentos no segundo semestre, mas a inflação ainda será pressionada pela inércia, por energia e choques residuais. A perspectiva é um IPCA entre 4,5% e 5,0%, em 2026, e entre 3,8% e 4,0%, em 2027. A inflação atual é majoritariamente de oferta e custos, isso reduz a eficácia imediata da política monetária, mas a ancoragem depende da Selic e do câmbio. A convergência à meta será gradual e não linear.</description>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

