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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-03-20T17:37:18Z-
dc.date.available2026-03-20T17:37:18Z-
dc.date.issued2026-03-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. Cesta básica no Nordeste – fevereiro/2026: Feijão e tomate impulsionam alta regional. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 36, mar. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2371-
dc.description.abstractEm 2025, a cesta básica nordestina variou +0,87%. Em doze meses terminados em fevereiro de 2026, houve redução de -2,45% (o IPCA alimentação no domicílio variou -0,62%). A perspectiva é que a cesta básica no Nordeste deve registrar variação POSITIVA em 2026, provavelmente entre +2% e +5% no acumulado do ano, notadamente por conta da pressão sobre carnes, leite, feijão, frutas e hortaliças; condições climáticas adversas ao longo do ano; câmbio menos favorável, inclusive com a pressão pela guerra do Irã; normalização dos preços que estavam artificialmente baixos em 2025; projeção nacional de alimentação no domicílio em torno de 4,5% a 4,6%. O Nordeste tende a seguir a tendência nacional, mas com menor intensidade, porque a cesta local tem peso menor de trigo e produtos industrializados, mais expostos ao câmbio e há maior participação de produtos regionais, que podem ter comportamento distinto.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.36-
dc.titleAno 2, n. 36, mar. 2026 (Cesta Básica)pt_BR
dc.typeTechnical Reportpt_BR
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