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Título: Ano 2, n. 49, abr. 2026 (Cesta Básica)
Autores: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões
Palavras-chave: Economia
Tomate
Feijão
Nordeste
Cesta Básica
Carne
Banana
Data: Abr-2026
Editora: Banco do Nordeste do Brasil
Citação: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões. Tomate e Feijão explicam alta da Cesta Básica em março de 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 49, abr. 2026.
Relatório da Série N.º: Etene Macro;n.49
Resumo: A composição altamente concentrada da alta da cesta básica do Nordeste em 2026, liderada por tomate (53,62%) e feijão (23,75%), teve efeitos distributivos claramente regressivos, penalizando de forma desproporcional as famílias de menor renda. Esses efeitos decorrem tanto da natureza dos produtos que encareceram quanto da estrutura de consumo e renda da população nordestina. Famílias de menor renda no Nordeste destinam uma parcela muito mais elevada do orçamento à alimentação básica do que famílias de renda média e alta. Enquanto camadas superiores conseguem diversificar a dieta, substituir produtos, ou absorver aumentos sem grandes ajustes. As famílias pobres operam com orçamentos rígidos, nos quais a cesta básica consome grande parte da renda mensal. Assim, uma alta de 7,75% na cesta representa perda real de poder de compra, redução imediata do consumo de outros bens essenciais (transporte, saúde, energia) e deterioração do bem-estar.
URI: s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2389
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