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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-09-15T13:34:49Z-
dc.date.available2026-09-15T13:34:49Z-
dc.date.issued2026-09-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste recua e fica abaixo do nacional em agosto de 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 107, set. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2497-
dc.description.abstractA estrutura da inflação em doze meses, terminados em agosto, mostra uma concentração elevada em poucos grupos, Alimentação, Transportes e Saúde e cuidados pessoais representando 61,7% da variação total. Carne, gasolina e planos de saúde têm peso desproporcional, pequenos choques nesses itens distorcem o IPCA regional. A inflação é predominantemente regulada ou indexada à renda, com exceção de alimentação, significando que ela não é apenas de mercado, mas também de tarifas e contratos. Alimentação e combustíveis são os principais canais de choques externos, e serviços e preços administrados dão persistência à inflação. Para 2026, há chance de aproximação da meta, mas o cumprimento integral depende de ausência de choques externos — algo pouco provável. A convergência mais sólida deve ocorrer após 2026, com maior estabilidade estrutural.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.107-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectInflaçãopt_BR
dc.titleAno 2, n. 107, set. 2026 (Inflação NE)pt_BR
Aparece nas colecções:Etene Macro

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