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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-02-13T15:44:23Z-
dc.date.available2026-02-13T15:44:23Z-
dc.date.issued2026-02-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste – Janeiro 2025. Fortaleza: BNB, ano 1, n.67, jul. 2025. (Etene Macro)pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2349-
dc.description.abstractOs quatro grupos que mais impactaram o IPCA brasileiro e nordestino, são de preços administrados ou que sofrem com a variação de serviços, em que o uso da taxa de juros tem menos eficiência. Transportes, Habitação, Saúde e cuidados pessoais e Despesas pessoais responderam por 76,3% da variação no ano na região, com energia elétrica, transporte por aplicativo, produtos farmacêuticos e planos de saúde, e serviços diversos puxando os grupos. Se aceitarmos o diagnóstico de que o grande entrave para levar o IPCA de forma sustentada ao redor da meta (3%) é a inflação de serviços, então, 2026 deve ficar acima da meta, mas dentro do intervalo de tolerância, especialmente se os cortes na Selic ocorrerem gradualmente, não houver choques em alimentos, ou na economia global, e o câmbio permanecer estável em torno dos R$ 5,50.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.17-
dc.subjectInflaçãopt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectIPCApt_BR
dc.subjectAlimentaçãopt_BR
dc.subjectAlimentopt_BR
dc.subjectTransportept_BR
dc.subjectHabitaçãopt_BR
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectCuidado Pessoalpt_BR
dc.titleAno 2, n.17, fev. 2026 (Inflação NE)pt_BR
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