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dc.contributor.authorVIDAL, Antonio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-02-18T16:33:10Z-
dc.date.available2026-02-18T16:33:10Z-
dc.date.issued2026-02-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. Cesta Básica do Nordeste Registra alta de 1,13% em janeiro de 2026 e deflação de 1,34% em 12 Meses. Fortaleza: BNB, ano 2, n.19, fev. 2026. (Etene Macro)pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2351-
dc.description.abstractEm 2026, é pouco provável que a cesta básica do Nordeste repita a pequena variação de +0,87% observada em 2025, e em doze meses terminados em janeiro de 2026 (-1,34%). Os principais responsáveis pela queda em doze meses (arroz, leite, açúcar e tomate), parecem já ter chegado ao piso de preços. A recomposição da demanda interna e custos industriais (pão, energia, trigo) vão pressionar. Produtos voláteis como café e tomate já começaram em 2026 em trajetória de alta. Com isso, o cenário mais provável, ao longo do ano, é uma alta moderada, com níveis de preços acima de 2025. Há, contudo, a possibilidade de meses específicos de alívio, mas a tendência anual é de um leve aumento.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.19-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectCesta Básicapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectDeflaçãopt_BR
dc.subjectArrozpt_BR
dc.subjectLeitept_BR
dc.subjectAçúcarpt_BR
dc.subjectTomatept_BR
dc.titleAno 2, n.19, fev. 2026. (Cesta Básica NE)pt_BR
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