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Título: Ano 2, n.19, fev. 2026. (Cesta Básica NE)
Autores: VIDAL, Antonio Ricardo de Norões
Palavras-chave: Economia
Cesta Básica
Nordeste
Deflação
Arroz
Leite
Açúcar
Tomate
Data: Fev-2026
Editora: Banco do Nordeste do Brasil
Citação: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões. Cesta Básica do Nordeste Registra alta de 1,13% em janeiro de 2026 e deflação de 1,34% em 12 Meses. Fortaleza: BNB, ano 2, n.19, fev. 2026. (Etene Macro)
Relatório da Série N.º: Etene Macro;n.19
Resumo: Em 2026, é pouco provável que a cesta básica do Nordeste repita a pequena variação de +0,87% observada em 2025, e em doze meses terminados em janeiro de 2026 (-1,34%). Os principais responsáveis pela queda em doze meses (arroz, leite, açúcar e tomate), parecem já ter chegado ao piso de preços. A recomposição da demanda interna e custos industriais (pão, energia, trigo) vão pressionar. Produtos voláteis como café e tomate já começaram em 2026 em trajetória de alta. Com isso, o cenário mais provável, ao longo do ano, é uma alta moderada, com níveis de preços acima de 2025. Há, contudo, a possibilidade de meses específicos de alívio, mas a tendência anual é de um leve aumento.
URI: s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2351
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