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Título: Ano 2, n.17, fev. 2026 (Inflação NE)
Autores: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões
Palavras-chave: Inflação
Nordeste
IPCA
Alimentação
Alimento
Transporte
Habitação
Saúde
Cuidado Pessoal
Data: Fev-2026
Editora: Banco do Nordeste do Brasil
Citação: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste – Janeiro 2025. Fortaleza: BNB, ano 1, n.67, jul. 2025. (Etene Macro)
Relatório da Série N.º: Etene Macro;n.17
Resumo: Os quatro grupos que mais impactaram o IPCA brasileiro e nordestino, são de preços administrados ou que sofrem com a variação de serviços, em que o uso da taxa de juros tem menos eficiência. Transportes, Habitação, Saúde e cuidados pessoais e Despesas pessoais responderam por 76,3% da variação no ano na região, com energia elétrica, transporte por aplicativo, produtos farmacêuticos e planos de saúde, e serviços diversos puxando os grupos. Se aceitarmos o diagnóstico de que o grande entrave para levar o IPCA de forma sustentada ao redor da meta (3%) é a inflação de serviços, então, 2026 deve ficar acima da meta, mas dentro do intervalo de tolerância, especialmente se os cortes na Selic ocorrerem gradualmente, não houver choques em alimentos, ou na economia global, e o câmbio permanecer estável em torno dos R$ 5,50.
URI: s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2349
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