ANÁLISE SETORIAL: CARNE SUÍNA
Resumo: As incertezas no cenário econômico global exigem cautela, principalmente pelos países emergentes, impactados pelas pressões comerciais e pelas tensões geopolíticas. O Brasil é o quarto maior produtor e terceiro maior exportador de carne suína do mundo, com uma demanda interna aquecida, atribuída à melhor competitividade com a carne bovina e a grande oferta. Todavia, no acumulado de janeiro a outubro de 2025, as exportações caíram no País, variação de -5,72% (kg), com uma arrecadação estável (0,63%) em relação a 2024. O abate trimestral cresceu 3,18% e a produção de carne +6,30%, entre o 2T2025 e o 2T2024. No Nordeste, a participação nas exportações ainda é tímida. Houve retração nos embarques (-17,24%), sendo a maior parte da carne absorvida no mercado regional. Há potencial na expansão da atividade, com o aumento da demanda local, tanto que no 2T2025, o abate regional cresceu 6,68% em relação ao 2T2024 e a produção de carne, +6,62%. A Bahia, lidera o ranking de produção, mas o Ceará tem sido o grande destaque regional, com aumento de 41,23% nos abates no 2T2025. As expectativas seguem positivas, favorecidas pela boa disponibilidade de insumos, pela maior previsibilidade cambial, além do aumento no consumo interno.
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Outras análises em Caderno Setorial ETENE
Kamilla Ribas SoaresZootecnista. Doutora em Zootecnia. Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE
Banco do Nordeste do Brasil. Av. Dr. Silas Munguba 5.700, Passaré, CEP: 60743902, Fortaleza, Ceará, Brasil. kamillars@bnb.gov.br
Zootecnista. Doutor em Zootecnia. Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE.
Banco do Nordeste do Brasil. Av. Dr. Silas Munguba 5.700, Passaré, CEP: 60743902, Fortaleza, Ceará, Brasil. lucianoximenes@bnb.gov.br




