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Integridade e Ética Integridade e Ética

Para difundir os princípios de integridade, ética e transparência entre empregados, clientes, fornecedores, parceiros e demais públicos de relacionamento, o Banco do Nordeste instituiu sua Política de Integridade e Ética.

Toda a prática cotidiana do Banco do Nordeste está regulada por normativos baseados em princípios e valores éticos. Tais princípios são continuamente difundidos entre colaboradores e clientes, de modo a inspirá-los e orientá-los para a valorização e prática da ética em todas as suas ações.

Política de Integridade e Ética

A Política de Integridade e Ética do Banco do Nordeste consiste em um conjunto de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria, incentivo à denúncia de irregularidades e aplicação efetiva do Código de Conduta Ética e Integridade da instituição.

Implementada em conformidade com a Lei 12.846/2013, a Política de Integridade e Ética objetiva detectar e sanar eventuais desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública.

Suas diretrizes são compostas pelos temas: prevenção e combate à corrupção; identificação e tratamento do conflito de interesses; contratação e aquisição de bens/serviços; transparência e acesso à informação; controles internos, gestão de riscos e segurança corporativa; prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo; governança corporativa; demonstrações financeiras; auditoria interna; responsabilidade socioambiental; conduta ética; gerenciamento disciplinar; treinamento e capacitação.

Código de Conduta Ética e Integridade

O Código de Conduta Ética e Integridade do Banco do Nordeste estabelece os princípios e valores que norteiam a conduta de seus profissionais nos relacionamentos internos e com os diversos segmentos da sociedade.

Os princípios que fundamentam a conduta ética no Banco do Nordeste são: justiça, honestidade, democracia, cooperação, disciplina, governança, sustentabilidade, compromisso, confiança, civilidade, transparência, igualdade e respeito. 

O Banco conta com uma Comissão de Ética para difusão dos princípios éticos e do Código de Conduta, proporcionando um elevado padrão de comportamento que contribua efetivamente para a lisura e transparência das ações praticadas na condução dos negócios.

Denúncias

Caso encontre alguma irregularidade, sua denúncia pode ser feita de forma anônima clicando aqui ou por meio da nossa Ouvidoria:

  • Telefone, 0800-033-3033;
  • Telefone para atendimento às pessoas com alguma deficiência auditiva, 0800-033-3031;
  • Fax, pelo número (85) 3251-5858;
  • Carta  (Av. Doutor Silas Munguba, 5700 - Polo de Lazer -  Caixa Postal 628 - Passaré - CEP-60.743-902 - Fortaleza-CE);
  • Pessoalmente, no endereço informado acima.

Depoimentos de Integridade e Ética

Romildo Carneiro Rolim, Presidente do Banco do Nordeste

Antônio Rosendo Neto Júnior, Diretor de Negócios

Cláudio Luiz Freire Lima, Diretor de Administração

Cornélio Farias Pimentel, Diretor de Controle e Risco

Perpétuo Socorro Cajazeiras, Diretor de Planejamento

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Diálogos sobre ética e eficiência nas empresas públicas marcam fórum promovido pelo BNB

Fortaleza, 28 de outubro de 2019 – A importância da ética aliada à eficiência operacional foi a tônica ressaltada pelo presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, no III Fórum de Integridade e Ética. O evento foi promovido pela instituição nesta segunda-feira, 28, e contou com a participação de representantes de órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU). O  objetivo foi fortalecer o diálogo entre instituições de governo, segmento bancário e mercado no âmbito da governança.

“Não basta entregarmos os resultados esperados, mas sobretudo termos responsabilidade com os meios para alcançá-los. Este é o desafio para levarmos um Banco do Nordeste mais forte e robusto para a sociedade, em um meio de crescente inovação. A integridade deve ser inteira e sempre tirar a nota máxima”, afirmou o presidente do BNB, Romildo Rolim.  

Já o secretário federal do Controladoria-Geral da União (CGU), Antônio Carlos Bezerra Leonel, defendeu uma maior revisão dos controles corporativos. “As instituições devem sempre se perguntar o que estão controlando e se os controles estão alinhados aos resultados almejados”, disse.  

O painel sobre Governança da Inovação foi mediado pela advogada e professora de Direito do Insper, Pâmela Roque. Ela e outros debatedores salientaram que a inovação e a integridade não devem ser vistas como opostas.

O evento ainda abordou temas como os papéis inovadores da comunicação e dos conselhos de administração, bem como o impacto da liderança no processo de integração do legado, cultura e inovação.

Também estiveram na relação de debatedores os seguintes profissionais: a diretora de RH, Riscos e Compliance da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Rossana Passos de Pádua; o membro do Comitê de Riscos e de Capital do Banco do Nordeste, José Monteiro Varanda Neto; a superintendente geral do Instituto Brasileiro Governança Corporativa (IBGC), Heloísa Bedicks; o assessor especial de controle interno do Ministério da Economia, Francisco Eduardo Bessa; o superintendente regional da Controladoria-Geral da União (CGU-CE), Giovanni Pacelli Lustosa da Costa; e o secretário de controle externo do Sistema Financeiro Nacional do Tribunal de Contas da União (TCU), Rafael Jardim Cavalcante.


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