Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas Parcerias e Conteúdos para Micro e Pequenas Empresas

Conte com a nossa parceria para empreender e fazer grandes negócios

Ser parceiro das micro e pequenas empresas é mais do que oferecer oportunidade para desenvolver o setor. Por isso, o Banco do Nordeste também disponibiliza conhecimento em forma de cartilhas, relatórios e guias que potencializam a especialização do seu negócio e o aprimoramento contínuo da sua atividade produtiva. Conte com a nossa parceria para ir cada vez mais longe.

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Inovação
Estratégia Empresarial


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Inovação

Demóstenes Moreira de Farias, Professor de Estratégia Empresarial

Diante de um cenário de negócios competitivo e em mudanças velozes e constantes, muito tem se falado sobre inovação.
Mais e mais empresas decidem, acertadamente, inovar, porque a inovação, hoje, é o grande vetor da diferenciação competitiva. A inovação revitaliza as organizações e pode trazer alto potencial de crescimento de receitas.


Quando se fala em inovação, o que vem à nossa mente é a inovação do tipo disruptiva, que é o tipo mais conhecido. Como indica o nome, quebra paradigmas, influencia a mudança de comportamento do consumidor, cria mercados e desafia os concorrentes estabelecidos. A inovação disruptiva permite baratear produtos ou serviços historicamente inacessíveis à maior parte da população, a exemplo dos smartphones e apps.


Claro que esse tipo de inovação é muito valorizada, afinal, os modelos de negócios disruptivos têm causado verdadeiras reviravoltas nos mercados ao gerar serviços e produtos fortemente atrativos aos consumidores por ampliar a entrega de valor, apresentando, assim, grandes vantagens e benefícios, comparados aos convencionais.


Mas é sempre bom lembrar que as empresas que fazem a inovação disruptiva são raras. Há outros tipos de inovação que podem dar grande contribuição aos resultados das empresas. A inovação sustentadora melhora produtos que já existem, mantêm a empresa competitiva e preserva a rentabilidade. A inovação de eficiência reduz custos e/ou aumenta a produtividade e a margem.


O Banco do Nordeste mantêm uma linha de crédito especialmente direcionada às empresas que têm uma proposta inovadora e que buscam recursos para implementá-la. Além do financiamento de pesquisa, desenvolvimento e inovação de produtos e serviços, softwares, tecnologias, licenças, patentes e know how, biotecnologia e nanotecnologia, química fina, novos fármacos e medicamentos, o crédito pode ser aplicado também na estruturação de processos inovadores, na reestruturação organizativa que apresente ganhos significativos e até nas ações de marketing e capacitação associadas à proposta de inovação da empresa.


As melhores condições de crédito para as empresas que desejam inovar na produção de produtos/serviços inovadores estão no Banco do Nordeste: a melhor taxa de juros do país, prazo de reembolso de até 15 anos com até 5 anos de carência e financiamento de até 100% do empreendimento, entre outras vantagens.

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A Estratégia Empresarial como ferramenta de resultados*

Demóstenes Moreira de Farias, Professor de Estratégia Empresarial

O tema da estratégia empresarial é vasto e complexo. Este artigo se propõe apenas a dar alguns insights e despertar o interesse sobre o tema quanto à importância dos resultados da empresa e relatar, brevemente, a evolução dos conceitos envolvidos até os dias atuais. Vale lembrar, ainda, que é válido “ver mais longe nos ombro de gigantes”.                                      

Os conceitos tradicionais de estratégia empresarial nos ensinaram que é de fundamental importância definir referenciais como o propósito, a missão, a visão e os valores da empresa e compartilhá-los com todo o corpo funcional, a fim de alcançar a maior sinergia possível, assim como buscar alcançar um bom posicionamento (na mente do consumidor).

Porém, no mundo VUCA - sigla em inglês que significa “volátil, incerto, complexo e ambíguo”, em que vivemos, são cada vez mais enfáticos e frequentes, alertas tais como “alguém vai causar uma disrupção no seu negócio... tomara que seja você !”

Assim, é fortemente recomendável o estabelecimento de análises de cenários que retroalimentem continuamente as estratégias empresariais e o marketing estratégico da empresa de modo a refletir a interação entre os fatores externos / incontroláveis e os fatores internos / controláveis pela empresa, associados aos já citados referenciais da organização.

Lemann, megaempresário brasileiro dono de marcas como Burger King e Heinz se diz “um dinossauro apavorado que luta para se reinventar”. Empresas dos setores tradicionais, a exemplo das de bebida e alimentação, precisam lutar para descobrir as novas demandas dos clientes e acompanhar as mudanças. Hoje, já não basta ter uma marca sólida e investir em eficiência para garantir o sucesso de um negócio. Temos que responder rapidamente a mudanças do mercado mais do que meramente seguir um plano inflexível.

Afinal, a estratégia, além de ser “um plano uniforme, amplo e integrado para assegurar que os objetivos da organização sejam alcançados, a partir da sintonia com o ambiente externo”, é, também, a construção do futuro, utilizando-se das competências essenciais da empresa.

Já faz tempo que a dinâmica organizacional passou a se caracterizar pela incerteza, como registrou Ansoff. A essência da estratégia está relacionada à capacidade da organização em desenvolver vantagens competitivas mais rápido que seus concorrentes – pontuaram Prahalad & Hamel, reforçada pela ideia de que “a longo prazo, a única fonte permanente de vantagem competitiva da organização é a capacidade de aprender mais depressa do que os concorrentes”, como diz Senge.

Estratégia é optar por realizar as mesmas atividades de maneira “diferente” dos concorrentes e criar um ajuste tal entre as atividades da empresa que exclua e impeça os imitadores, dizia Porter. Mas ele mesmo previu que a “grande ideia” já não representa mais um diferencial competitivo suficiente, porque logo, logo seria copiada. O crescimento da capacidade e facilidade de cópia destrói o diferencial e a sustentabilidade. Foi nesse contexto que Rita McGrafh nos instigou com o livro “O fim da vantagem competitiva ?”

Surgiram novas tecnologias, novos modelos de negócios e novas formas de entregar produtos e serviços ao consumidor. As pessoas mudaram a forma de adquirir viagens e hospedagens, consumir filmes e música, de se comunicar, de pedir táxis e de efetuar pagamentos, o que alterou comportamentos e fez elevar a níveis crescentes a exigência do consumidor.

Steve Jobs promoveu disrupções na forma de consumir produtos e serviços.  Elon Musk criou e fundou, ao menos cinco empresas extremamente inovadoras, com destaque à Pay pal, que tornou o pagamento invisível; a Tesla, montadora de automóveis elétricos e autônomos – a mais valiosa do mundo; e a SpaceX , que propõe viagens ao espaço e colonização de Marte. Surgiu, ainda, no mercado, a Neuralink, empresa que vai conectar o cérebro humano a computadores para que possamos “conversar” de maneira mais eficiente com nossos dispositivos e a Hyperloop, trem subterrâneo que faz travessias de horas em minutos atingindo a velocidade de jatos supersônicos, além de avanços antes impensáveis em áreas como a biotecnologia.

Nesse novo tempo, empresas ofertam produtos e serviços em multicanais, grandes empresas se aliam com outras grandes ou com startups (antes que estas os engulam), a exemplo de bancos e fintechs. Ou surgem parcerias inusitadas tais como a do Banco Santander com a produtora de alfajores Havanna.

Novos observadores propõem novas formas de analisar o mundo dos negócios e do comportamento do consumidor. Chan Kim propôs o Oceano Azul; Martin Lindstrom investigou como funciona a lógica do consumo e Paco Underhill procurou explicar por que e como compramos no shopping center local ou no supermercado da esquina; Nassim Taleb revelou a ameaça dos “Cisnes Negros” e propôs a empresa “Antifrágil”; Klaus Schwab analisou a Quarta Revolução e Yuval Noah Harari nos sacudiu com Sapiens, Homo Deus e 21 Lições para o Século 21.

Surgiram novas visões e ferramentas, as quais contribuíram e contribuem fortemente para mudar o nosso mindset. Tim Brown (Design thinking) e Alex Osterwalder (Business Model Generation) nos trouxeram novas formas de pensar, propor, elaborar e entregar produtos e serviços.

As metodologias ágeis prometem resultados com mais qualidade e menor custos em menos tempo e com menos gente. O design thinking veio para agregar uma abordagem mais empática na solução às necessidades das pessoas. A ferramenta instiga a cultura organizacional com o incentivo a um novo olhar sobre coisas e situações, utilizando a criatividade como chave para soluções inusitadas, inesperadas e eficazes segundo os critérios de desejo das pessoas, viabilidade técnica e econômico-financeiro e por se converter em valor para o cliente e assim, configurar oportunidades de mercado. Já a ferramenta Scrum propõe potencializar a maneira como as equipes efetivamente trabalham, dando a elas instrumentos para se auto-organizar e, o mais importante, aprimorar rapidamente a velocidade e a qualidade de seu trabalho, inovando em produtos e serviços.

A empresa pode praticar a melhoria contínua em praticamente todos os departamentos da empresa e promover inovação: o conhecimento das pessoas, os métodos de produção, a forma de entregar, o pós-venda, a logística, a localização, o acesso a matérias-primas, a estrutura financeira, as instalações e outros podem ser fontes de vantagens competitivas. Assim, as empresas precisam estar atentas para enfrentar novos desafios e descobrir novas oportunidades para garantir o seu fortalecimento crescente no mercado.

Para as micro e pequenas empresas que desejam promover implantação, novas instalações, modernização, ampliação, reforma ou relocalização, além da aquisição de bens, máquinas e equipamentos, o Banco do Nordeste oferece uma linha de crédito específica com as melhores taxas e prazo: a melhor taxa de juros do país, prazo de reembolso de até 12 anos com até 4 anos de carência e financiamento de até 100% do empreendimento, entre outras vantagens.

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Dicas Sebrae

O Banco do Nordeste e o Sebrae possuem um acordo de cooperação técnica que visa ao compartilhamento de informações, apoio à inovação, fortalecimento da capacidade empresarial e da competitividade, especialmente para as micro e pequenas empresas (MPE), por meio de instrumentos de capacitação técnica e gerencial e de ações direcionadas à facilitação e ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros, além de outras atividades correlatas.

Com uma parceria dessas, a sua micro e pequena empresa só tem a ganhar. Conheça alguns produtos e Serviços do Sebrae.

Fórum Permanente

O Banco do Nordeste é membro do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que tem o objetivo de orientar e assessorar na formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento das MPEs.

Composto por órgãos governamentais, entidades de representação empresarial habilitadas e por várias instituições de apoio ao segmento, o Fórum é um importante espaço de debates e de conjugação de esforços entre o Governo e o setor privado para a consecução de medidas e políticas mais adequadas às microempresas e empresas de pequeno porte.

No Fórum, há o Programa de Aproximação Banco - Empresa, que discute políticas e ações que facilitam o acesso das microempresas e empresas de pequeno porte aos bancos públicos oficiais. Um dos resultados desse programa é a Cartilha Informativa de Produtos e Serviços Bancários para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que traz orientações sobre tudo o que está disponível por essas instituições às empresas do segmento. Uma leitura mais do que recomendada para você que busca conhecer as soluções que melhor se encaixam à realidade da sua empresa.

Guia básico para exportação de serviços

Pensar o setor de serviços requer a cooperação de diferentes agendas, de curto, médio e longo prazos, além da formulação de políticas públicas indutoras do comércio exterior de serviços, nas quais devem estar incluídas o aprimoramento das políticas educacionais, o fomento ao desenvolvimento tecnológico, a facilitação de negócios, além de ações no âmbito das negociações internacionais.

No Brasil, o setor de serviços compõe mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), atuando como indutor de competitividade e inovação, agregando valor à produção de bens primários e industriais e dinamizando as cadeias produtivas. Esse protagonismo revela o grande potencial que o País tem de expandir as fronteiras do setor.

Para impulsionar a concretização desse potencial em negócios, a Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), publicou o Guia Básico para Exportação de Serviços, que traz informações essenciais e objetivas para a participação de empresas e empreendedores brasileiros no comércio internacional de serviços e intangíveis, promovendo, também,  os instrumentos públicos de estímulos a essas exportações. Uma leitura fundamental para a sua os seus serviços conquistarem o mundo.

Caso tenha alguma sugestão para a melhoria deste guia, entre em contato pelo e-mail decin.scs@mdic.gov.br.

Passo a passo para a gestão da MPE

Conhecimento e planejamento: dois pilares importantes para o desenvolvimento da sua empresa. Pensando nisso, o Banco do Nordeste apresenta, em forma de passo a passo, conceitos e ferramentas de apoio para projetar, organizar e implementar ações, permitindo um melhor controle e desenvolvimento de sua empresa.

O passo a passo ainda conta com aplicações práticas para que você construa o seu próprio plano de negócios. Dessa forma, ao final dos estudos, você terá uma visão completa que permitirá a adoção de ações voltadas para o sucesso da sua empresa.

Relatório MPE

O Relatório MPE apresenta especificamente os resultados da atuação do Banco do Nordeste junto às micro e pequenas empresas na forma de números que consolidaram as contratações do banco, além de destacar as principais ações colocadas em prática para o aprimoramento do atendimento às necessidades de crédito do segmento.

O referido documento destaca o apoio à inovação e às fontes alternativas de energia como vetores da competitividade; o estímulo do suporte do crédito às franquias; as parcerias estratégicas; e a importância do atendimento especializado.

É possível verificar avanços alcançados pelo Banco do Nordeste, relacionados às políticas de atendimento ao segmento, aprimoramento dos serviços bancários, melhoria contínua dos processos e modernização dos canais de atendimento. É apresentada, também, a edição do Prêmio BNB MPE, que reconhece o talento do empreendedor da região no segmento de MPE, além de apresentar a importância da nossa parceria.

No relatório, são adotadas as premissas de apoio do crédito, via programas adequados ao segmento, além da promoção do desenvolvimento sustentável, a ampliação e o fortalecimento de parcerias estratégicas, o apoio à inovação e o estímulo à capacitação.

Consulte abaixo os relatórios